Centro de cetamina

 

A cetamina


Todos os nossos pacientes são atendidos de forma individual, acompanhados pela equipe de anestesista durante todo o procedimento, o que garante a segurança e conforto do paciente. As infusões são realizadas dentro do Hospital San Gennaro, um hospital exclusivo de procedimentos cirúrgicos eletivos, o que eleva a segurança do procedimento. Em caso de algum evento adverso, temos internação e Unidade de terapia intensiva à disposição do paciente.

PodCast

Este é um podcast com intenção de divulgação científica para médicos sobre o uso da cetamina O responsável pelas informações é o Dr. Tiago Gil, CRMSP 157384
ONDE OUVIR https://anchor.fm/drtiagogil

Orientações para pacientes

 

No Centro de Cetamina entendemos que este é o seu momento, um momento de mudanças internas e externas.

Nossas infusões são realizadas em uma suíte individual somente com a companhia de quem é importante para você, sem estranhos na poltrona ao lado. Venha com quem te dá segurança e conforto, seja pais, cônjuges, amigos ou seu psicólogo, a privacidade e o conforto são garantidos.

A dissociação a ser experimentada por você pode ser maravilhosa se for confortável e única. Esse é seu momento, seu tempo, seu conforto, seu interior. Personalize essa experiência levando consigo para a infusão sua música preferida, seu fone de ouvido predileto (mas você também pode escolher usar nosso som ambiente), sua máscara de olhos confortável, seu aromatizador de ambiente, sua meia preferida e sua roupa mais gostosa. Leve também um lanche para depois da infusão e não se esqueça de levar um livro para seu acompanhante passar o tempo enquanto ocorre a transformação dentro de você.

 

Por onde começar:

Entre em contato conosco e para marcarmos uma avaliação pré-anestésica e as infusões. Iremos fazer parte do seu cuidado.

 

Onde realizamos a infusão

As infusões endovenosas de cetamina são realizadas em suítes do Hospital San Gennaro em São Paulo, individualmente, uma pessoa por vez, uma pessoa por quarto, sempre acompanhada do anestesista durante todo o procedimento.

Os familiares acompanham o paciente dentro da suíte durante o procedimento, O hospital é focado em procedimentos eletivos de curta duração como cirurgias plásticas, não há internação de pacientes com doenças clinicas. o hospital não possui pronto-atendimento.

Equipe

dr tiago gil

Médico anestesista
CRM/SP 157384 RQE 64781

Dr. Tiago Gil

Formado em medicina em 2012 pela Universidade Cidade de São Paulo, em Anestesiologia pelo Hospital Stella Maris em 2016. Fundador do Centro de Cetamina em 2017. Pesquisador voluntário no Grupo de estudos de doenças afetivas – GRUDA – no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com o tema de anestésicos com ação antidepressiva desde 2018. Atualmente Membro da American Society of Ketamine Physicians, Psychotherapists & Practitioners. Curriculo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8527018289478128

dr gustavo

Médico anestesista
RQE nº 76061 CRM/SP 173951

Gustavo Murta

Médico pela Universidade Federal de Alagoas, Anestesista pela Irmandade Santa Casa de Franca, formação em tratamento da dor e cuidados paliativos pela Faculdade de Medicina da UNESP Botucatu. Atua com tratamento clínico e intervencionista para dores agudas e crônicas - dor lombar, dor relacionada ao câncer, dor crônica pós-operatória, dor associada à endometriose, fibromialgia, dor de origem vascular, síndrome de dor complexa regional. Atua também no manejo dos cuidados de suporte e de fim de vida, definição da estratégia de cuidado e auxílio no controle de sintomas como náuseas, vômitos, dor, falta de ar, insônia, depressão e fadiga.

Administração

Ana Silva

Pós-graduada em Gestão de Saúde pelo Centro Universitário do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e especialista em Saúde Coletiva pelo Departamento de Medicina Preventiva e Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP.

Aspectos legais

O Conselho Regional de Medicina não reconhece a cetamina como tratamento para depressão, considera, então, o tratamento como off-label e no parecer número 167761 determina

"O uso off-label de medicação aprovada para outro fim é, por definição, não autorizado pela agência reguladora ANVISA, mas isso não implica que seja incorreto. O uso é feito por conta e risco do médico que o prescreve, e pode eventualmente vir a caracterizar um erro médico. A ANVISA não aceita resultados de estudos preliminares, incompletos ou ensaios clínicos feitos em outro país."

Devemos lembrar que universidades no Brasil utilizam infusões de cetamina de forma comercial, fora de protocolos de pesquisa.
Em bula, a cetamina exige que seja administrada por profissional familiarizado com anestésicos gerais, como se lê:

“O Ketamin deve ser usado por profissionais treinados na administração de anestésicos gerais, na manutenção das vias aéreas e no controle da respiração; como no caso de qualquer anestésico geral, deve-se dispor de equipamento de ressuscitação pronto para uso.”

Seu registro obriga o uso restrito em hospitais.

A cetamina e seus isômeros, é regulada pela portaria nº 344, de 12 de maio de 1998 do Ministério da Saúde, como Sujeita a Controle Especial, devendo o estabelecimento que a fornece estar legalizado junto à Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde.

O procedimento com cetamina, mesmo em doses baixas pode ser caracterizado como sedação moderada pela resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) Nº 1.670/2003, onde se lê:
“Sedação Moderada/Analgesia (“Sedação Consciente”) é um estado de depressão da consciência, obtido com o uso de medicamentos, no qual o paciente responde ao estímulo verbal isolado ou acompanhado de estímulo tátil. Não são necessárias intervenções para manter a via aérea permeável, a ventilação espontânea é suficiente e a função cardiovascular geralmente é mantida adequada.”

É reconhecido pelo texto que a sedação é uma rampa e não uma escada, onde podemos levar o paciente de forma não intencional para outro estado de sedação, como a sedação profunda. A utilização da cetamina não se caracteriza como sedação leve por ter comprometimento cardiovascular, como se lê no texto, não pode ocorrer alteração cardiovascular (grifo nosso):

“Sedação Leve é um estado obtido com o uso de medicamentos em que o paciente responde ao comando verbal. A função cognitiva e a coordenação podem estar comprometidas. As funções cardiovascular e respiratória não apresentam comprometimento.”

Portanto, a administração de cetamina poderá ser considerada Sedação Moderada.

A resolução do CFM Nº 2.174/2017 dispõe que o ato anestésico e a sedação/analgesia deve ser realizado preferencialmente por médico anestesista, precedido de avaliação pré-anestésica, aplicação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, deve ter ficha de registro durante o ato e pós ato anestésico sendo proibido ao anestesista atender mais de um paciente simultaneamente. Ainda dispõe que o paciente deve estar monitorizado e os sinais vitais registrados a cada cinco, e não mais que, 10 minutos em sua frequência cardíaca, pressão arterial não invasiva e oximetria de pulso.
A alta da unidade de recuperação anestésica deve seguir o Índice Aldrete e Kroulik e a alta hospitalar, a critério da equipe que realiza os cuidados.
 

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